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Fique em casa, economia a gente vê depois!

Fique em casa, economia a gente vê depois!

O gás de cozinha está a quase R$ 70 reais? A gasolina beirando os R$ 5 reais? Essa é a política inútil dos coronalovers defensores do “Fique e casa, economia a gente vê depois”. Esse “depois” chegou, e agora? A quem recorrer?

A Argentina adotou esse sistema radical de fechamento e a população hoje paga o preço. Com maior lockdown do mundo, o país agora enfrenta uma grave crise econômica e social, e o pior, esse fechamento da economia não evitou em nada no avanço do coronavírus.

Pessoas agora enfrentam a pobreza, fome e miséria nas ruas. Algumas chegam a desenterrar carne podre para comer.

Aqui no Brasil, essa política foi defendida pelos atores e atrizes da TV Globo. Campanha maciça nos principais horários mandava a população abandonar o trabalho na rua, nos escritórios, nos bares, restaurantes, mercearias, para atender as “recomendações” da OMS de ficar em casa, custe o que custar. Algumas “estrelas” até orientavam o brasileiro a ocupar o tempo e a mente cantando em karaokê e aprendendo a fazer animalzinho de origami.

Para essa turma, que vive na bolha da lacrolândia, com seus salários altos, é fácil mandar o povo pobre ficar em casa, principalmente quando a geladeira deles está cheia de comida, postando fotos no Instagram tomando vinho caro, na varanda do seu apartamento de luxo na zona sul e assistindo a live do seu cantor sertanejo favorito.

Com a realidade da pandemia demonstrando que podemos estar vivenciando uma segunda onda, será que o povo brasileiro vai cair novamente nessa lorota de “fique em casa”? Vai apostar novamente no erro, de fechar a economia, aumentar o desemprego, para atender a apelos de uma pequena parcela da elite que não vive a realidade dura e sofrida da periferia?