A governadora Fátima Bezerra (PT) fez uma declaração nas redes sociais solidarizando-se com a também governadora, Raquel Lyra, de Pernambuco, sobre supostos casos de perseguição, violência de gênero e misoginia.
Tempos sombrios esses onde o descaso, desgoverno e críticas à gestão são tratados como "perseguição" política. É bom lembrar à petista que quando Rosalba Ciarlini foi governadora do RN, ocorreu uma das maiores perseguições contra uma gestora, mulher, com ataques diários da máquina de destruição de reputações do petismo e da esquerda no Estado. Estamos falando de agressões e ridicularização da imagem da ex-governadora nas ruas, com exibições de bonecos.
Não precisamos ir muito longe. Recentemente, essa mesma máquina de destruir reputações foi utilizada para atacar a reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), professora Ludimilla Oliveira. Pelo fato de ela ter sido escolhida na consulta da lista tríplice pelo então presidente Jair Bolsonaro, a reitora foi alvo de ataques diários de blogs ligados ao governo, políticos de esquerda e militância alimentada por essa estrutura, inclusive com xingamentos em shopping da cidade. Ludimilla era chamada de “interventora”.
Quando se trata de perseguição política e de gênero, não há máquina mais destrutiva do que a esquerda e o petismo.
Sejamos justos! Sabe o que é perseguição, governadora? É você precisar de atendimento no Hospital Tarcísio Maia e se deparar com um cenário de caos na saúde. É se deslocar de um município para outro e ter dois pneus furados por conta da buraqueira na estrada. É ser assaltado na porta de sua casa ou até mesmo ser vítima de violência desses bandidos em uma terra sem lei, ordem e que reina a impunidade. É a educação do estado ocupar o último lugar no ranking da educação, mesmo tendo uma professora no governo.
Isso sim, governadora, são perseguições canalhas contra o povo do RN!