Hoje o Brasil chegou a triste marca de 4.195 mortes contabilizadas em um prazo de 24h. Desse total, apenas o Estado de São Paulo contabilizou mais de 1.300 mortes. É o pior dia desde o início da pandemia.
São brasileiros que perderam a vida em leitos, ou que sequer chegaram a ser transferidos para uma unidade de terapia intensiva por falta de vagas. Um cenário desolador.
Por outro lado, a reação da esquerda nas redes sociais e em grupos de whatsapp foi de "festa". As mortes serviram como discurso politiqueiro. Chamam Bolsonaro de Genocida, enalteceram a figura política de Lula e o debate voltou a agitar a disputa presidencial de 2022.
Eles demonstram não se interessar pelas perdas, por histórias, por dores de parentes. A discussão é meramente política. Os caixões das mais de 300 mil vidas perdidas pela doença desde o início da pandemia são usados como palanques eleitorais.
Nessa guerra, os únicos derrotados são os que perderam a vida. Nos bastidores, a esquerda abre cervejas e comemora mais um triste recorde nesse país que polariza uma pandemia.
Nota do Blog: Já disse neste espaço que a esquerda sempre se alimenta da dor, da perda, do sofrimento e da miséria dos outros.