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Em meio a mortes e desemprego, a única “atividade essencial” nessa pandemia foi a campanha politica

Em meio a mortes e desemprego, a única “atividade essencial” nessa pandemia foi a campanha politica

O Brasil vive, novamente, uma situação de caos total na saúde e na economia. Comércios fechados, pessoas desempregadas, casos de depressão e suicídios. Na questão saúde, faltam leitos, medicamentos e equipamentos. Voltamos à estaca zero.

Nas redes sociais a eterna briga: quem defende a manutenção das atividades econômicas, é taxado de genocida. E quem defende o isolamento mais rígido, é acusado de defender a fome a miséria. A polarização é deprimente.

Mas uma “atividade” saiu imune a toda essa polemica: a campanha política. Foi o único momento em que apoiadores e críticos ao lockdown estiveram unidos nas ruas se aglomerando e defendendo seus políticos de estimação.

A campanha política pode ser considerada a única atividade essencial que não recebeu críticas durante toda a pandemia. Quando os “blocos” estavam nas ruas, ninguém se lembrada da taxa de ocupação e mortes. Alias, não havia pandemia.

Tem como dar certo um país que não prioriza o básico?