Em meio a um momento de oração e reflexão, a professora Ludmilla Oliveira, reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) em Mossoró, que está em vsita a Jerusalém, Israel, fez um desabafo sobre as perseguições que tem enfrentado desde que assumiu o cargo. Em um diálogo com Deus, conta ela, a professora questionou as motivações por trás das acusações que a têm afetado profundamente.
A reitora questionou se, caso não ocupasse o cargo de Reitora em 2020, teria sido acusada de plagiar sua tese de doutorado em 2011. Ludmilla também expressou preocupação com a forma como está sendo processada, massacrada e humilhada nos dias atuais. Ela acredita que talvez, se não fosse reitora, sua tese não seria alvo de críticas, e sua reputação não estaria em xeque.
"Deus! Que vergonha eu tenho da insanidade ideológica, do analfabetismo funcional, da crueldade dos 'bons', da falsidade e covardia, que é capaz de tudo para apagar a história de vida de uma pessoa", desabafou Ludmila.
Ela complementou: "Deus! Eu entrego essa injustiça e barbaridade em tuas mãos, mostra a verdade como a luz do dia e eu tenho certeza, que meu trabalho, a minha história e o meu título nada e nem ninguém vai tirar de mim, porque a mentira não irá prevalecer e a armadilha irá ser desfeita e todos os criminosos envolvidos sejam punidos. Eis me aqui Senhor, justiça! justiça eu te peço em nome de Jesus!"
A professora tem enfrentado uma série de acusações e ataques, o que tem atingido sua carreira e vida pessoal. Ela chegou a ser atacada com xingamentos e agressões por uma militante de extrema esquerda dentro de uma loja no Partage Shopping Mossoró. Blogs e sites de esquerda também aumentaram os ataques contra a reitora nos últimos dias.