Enquanto o governo Lula tenta vender a narrativa de responsabilidade social e reconstrução do país, os números das contas públicas contam uma história bem diferente, e alarmante. O Brasil convive hoje com um rombo fiscal e um endividamento que já entram no campo dos trilhões de reais, desmontando o discurso oficial de que está tudo sob controle.
Dados do próprio setor público mostram que a dívida bruta do governo geral já chegou a R$ 10 trilhões, patamar histórico que pressiona juros, trava investimentos e empurra a conta para o bolso do contribuinte. Desde o retorno de Lula ao Planalto, a dívida cresceu de forma acelerada, impulsionada por déficits recorrentes, aumento de gastos e incapacidade do governo de equilibrar receitas e despesas.
O chamado rombo fiscal, diferença entre o que o Estado arrecada e o que gasta, incluindo os juros da dívida, já ultrapassa a casa do R$ 1 trilhão em apenas 12 meses, segundo indicadores oficiais. É dinheiro suficiente para transformar completamente áreas como saúde, segurança e infraestrutura, mas que acaba consumido por uma máquina pública inchada e cada vez mais cara de sustentar.
Mesmo diante desse cenário, o governo insiste em minimizar o problema, tratando o déficit como algo “normal” ou “herdado”, enquanto amplia despesas, cria novos programas sem fonte clara de custeio e mantém uma política fiscal marcada pela improvisação. O resultado é previsível: desconfiança do mercado, juros altos, crédito caro e crescimento econômico limitado.