Mais uma vez, o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), mostra sua face autoritária. Venceu na Justiça para tomar um casarão histórico da família Néo, pagando um valor cinco vezes abaixo do mercado. Agora, parte para cima do terreno do empresário Zé Maria, ao lado da Estação das Artes. A informação foi divulgada na coluna do jornalista César Santos no Jornal De Fato.
O motivo, segundo os advogados, é que o dono não liberou o espaço para banheiros químicos no Mossoró Cidade Junina 2025. A resposta do prefeito foi implacável: desapropriação.
Um terreno avaliado em R$ 6 milhões, reduzido por decreto a R$ 800 mil. Um confisco disfarçado de “interesse público”.
Esse comportamento não é exceção. É padrão. Allyson já fez o mesmo com outros imóveis. Sempre com justificativas frágeis. Sempre com indícios de perseguição. Sempre com valores que humilham o direito de propriedade.
E o que incomoda ainda mais é a arrogância. O discurso de que nada pode detê-lo. Nem Ministério Público. Nem Justiça. Estaria tudo sob seu “controle”.