Últimas
Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista Prefeita de Pilões, ex-prefeito e grupo político declaram apoio a Walter Alves "Esquerda está dividida e Coronel Hélio vai ganhar a eleição para o Senado no RN", diz Rogério Marinho “Governo Fátima sofreu um impeachment financeiro”, diz deputado Coronel Azevedo sobre nova lei que impede PT de pegar no dinheiro das prefeituras
Política

Com cofres cheios, prefeita de Grossos recorre a empréstimo de R$ 16 milhões via Finisa

Com cofres cheios, prefeita de Grossos recorre a empréstimo de R$ 16 milhões via Finisa


Mesmo liderando o ranking estadual de arrecadação de royalties da Petrobras, a prefeita de Grossos, Cinthia Sonale (União Brasil), decidiu recorrer a um empréstimo milionário. Como este blog antecipou ontem, o pedido de R$ 16 milhões via FINISA, da Caixa Econômica Federal, será votado hoje (10), às 19h30, em sessão extraordinária convocada às pressas pela Câmara Municipal.

A proposta, apesar de polêmica, deve ser aprovada pela base aliada da prefeita. A oposição levanta preocupações sobre a capacidade de endividamento do município, que tem pouco mais de 10 mil habitantes.

Grossos arrecadou R$ 18,6 milhões em royalties apenas no primeiro trimestre de 2025. Ou seja, em três meses, o município já embolsou mais do que o valor total do empréstimo que agora pretende contrair. Se há dinheiro entrando, por que se endividar? Eis a pergunta que a gestão Sonale ainda não respondeu.

As prioridades da prefeita estão em outro ritmo. O município tem sido palco de eventos festivos com contratação de atrações para Carnaval e Festa das Mães, ao passo que moradores seguem reclamando da precariedade na saúde, infraestrutura e saneamento.

O temor é que esse empréstimo, ainda sem detalhamento técnico sobre as obras a serem executadas, venha a comprometer a saúde fiscal do município nos próximos anos, deixando a conta para os futuros gestores (e para a própria população, claro).