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Bomba, vandalismo e terrorismo não fazem parte das pautas dos movimentos de direita

Bomba, vandalismo e terrorismo não fazem parte das pautas dos movimentos de direita


Os últimos acontecimentos que antecedem a posse de Lula, em Brasília, deixam preocupados os que defendem um Brasil democrático e o clima de harmonia, mesmo diante da demonstração de censura e perseguição por parte do nosso judiciário.

A tentativa de explodir uma bomba em caminhão ou em aeroporto, não faz parte da pauta de quem, realmente, luta por um país justo, igualitário e democrático.

George Washington de Oliveira Sousa, acusado de instalar o dispositivo no caminhão próximo ao Aeroporto de Brasília, deve permanecer preso, julgado, condenado e, principalmente, ser responsabilizado pelos seus atos.

Ele não representa os verdadeiros patriotas que intensificaram as manifestações pelo “Fora Dilma”, em 2016, e que defenderam, posteriormente, em 2017 e 2018, a eleição do presidente Jair Bolsonaro. Todos os movimentos de direita, em que acompanhei e cobri pessoalmente, foram pacíficos e devem continuar pacíficos, tendo como foco a defesa das pautas conservadoras.

Quem tem o histórico de realizar manifestações com vandalismo, arruaça, quebradeira e confronto com as forças de segurança, são os movimentos ligados à esquerda e ao PT. Afinal, tentou matar o presidente a facadas foi um militante do PSOL.

Jair Bolsonaro vai deixar a presidência, e deve seguir como o maior líder dessa nação. Cabe a missão de comandar uma militância forte, unida, fortalecida e que tem em suas mãos o maior partido de oposição no Congresso. A vida para os comunistas vai ser fácil no parlamento.

O momento é de fortalecer as bases, unificar os grupos, pensar como lideranças consolidadas e pacificar este país. Alias, 2024 está batendo na porta.