Desde o início dessa pandemia, o presidente Jair Bolsonaro alertava sobre a necessidade de se investir no aumento da capacidade do sistema de saúde e demonstrar preocupação com a economia. Muitos terroristas de esquerda entenderam que esse discurso seria um genocídio contra o povo brasileiro. “Economia a gente vê depois”.
Passado mais de um ano dessa batalha contra o vírus chinês, estamos vivenciando cenas de pessoas entrando na pobreza extrema, com relatos de fome e suicídios. A fome não espera a curva da doença acentuar.
Na contramão disso, a esquerda insiste em viver numa bolha de arrogância. Com suas geladeiras cheias, ainda “cagam” regras de como o trabalhador autônomo deve atuar dentro desses decretos que visam destruir a economia. O “Fique em casa” não é preocupação por conta da proliferação do vírus. Nunca foi.
Governos socialistas já vivencia o “depois”, como no caso a Argentina, onde, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (INDEC), cerca de 42% da população vive na linha da pobreza.
Não é de se estranhar que a esquerda vive e se alimenta da miséria do povo. Mais pessoas em situação de vulnerabilidade, mais fácil de serem dominadas e doutrinadas. A vizinha Venezuela e seu povo que o digam.
A frase do ex-presidiário de nove dedos, “Ainda bem que a natureza criou esse maldito vírus”, não foi um engano, não foi uma escorregada, não foi em vão. Dominar mentes e corpos tem sido o carro do socialismo que tentam implantar no Brasil há décadas.
É necessário que a população brasileira siga firme e atue bravamente contra as ações ditatoriais de muitos governadores. Tomar cuidados com a saúde é diferente de você ser escravo do Estado.
A esquerda exige a fome. Não é um consenso, é uma ordem. Ou acordamos para o real perigo, ou será tarde demais. Afinal, como diria Maju Coutinho com seu salário de mais de 30 mil, “O choro é livre”.