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Blindado contra o povo em nome da "democracia"

Blindado contra o povo em nome da "democracia"

Nesta terça-feira (30), as forças armadas do ditador Nicolas Maduro realizaram mais uma ofensiva contra a população nas ruas de Caracas, capital da Venezuela. Em um dos confrontos, um blindado da Guarda Nacional chega a avançar e passar por cima de manifestantes.

A cobertura da extrema-imprensa e as declarações de partidos e políticos de esquerda, que sempre condenaram atos extremos e de repressão contra a população aqui no Brasil, não são por acaso, fazem parte de um plano previamente estudado dentro e fora dos quarteis revolucionários. Usam da narrativa para colocar o povo contra o povo, ao tratar um ato democrático como “golpe”, e qualquer reação do povo uma forma de derrubar o governo "democraticamente" eleito do Partido Socialista Unido da Venezuela.

As atitudes antidemocráticas só são toleradas se for a favor de um regime ditatorial de esquerda. Não existe meio termo, nem diálogo. Ou se curva diante do líder ditador, ou morrerá de fome, na bala ou atropelado por um tanque.

Em 2013, o Foro de São Paulo, organização que reúne partidos políticos e entidades de esquerda, criada em 1990 por Lula e Fidel Castro, realizou um encontro de urgência para adotar medidas em defesa de Maduro. Isso, claro, foi amplamente abafado pela imprensa brasileira.

Alguns anos depois, vemos essas mesmas táticas de organização de guerrilha revolucionária, de regimes totalitários e da imprensa vendida ideologicamente pela esquerda, que tenta manipular a opinião pública colocando opositores como vilões e ditadores como mocinhos.