Últimas
Foi o 22 que salvou o Brasil: Martinelli decide, garante classificação e leva número às manchetes da Copa Mossoró Cidade Junina 2026 reúne público estimado de mais de 1,2 milhão de pessoas Coronel Hélio participa de reunião do Comitê Executivo do Acari Cidade da Moda e acompanha avanço das obras Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista

Até Fátima Bezerra (PT) é a favor da Nova Previdência de Bolsonaro

Até Fátima Bezerra (PT) é a favor da Nova Previdência de Bolsonaro

Não adianta protestos, gritar por "Lula Livre" e ser contra as reformas do governo Jair Bolsonaro (PSL). Não tem saída, ou o Congresso aprova as reformas ou o Brasil quebra. 

E pensando nisso, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), se uniu ao grupo de 25 governadores que assinaram uma carta pedindo para manter os estados na Nova Previdência. O Documento será apresentado na terça-feira, 11, no Fórum de Governadores, em Brasília; Rui Costa (PT-BA) e Flávio Dino (PCdoB-MA) foram os únicos que não assinaram.

A proposta atual do Mininistro Guedes prevê economia de R$ 350 bilhões em 10 anos para os estados, caso os servidores estaduais sejam mantidos na proposta.

No documento, os governadores argumentam que obrigar as gestões estaduais e municipais a aprovar mudanças em seus regimes previdenciários por meio de legislação própria, enquanto tais alterações já estão previstas na proposta em análise no Congresso, representa “não apenas atraso e obstáculo à efetivação de normas cada vez mais necessárias, mas também suscita preocupações acerca da falta de uniformidade no tocante aos critérios de previdência a serem observados no território nacional”.

Os governadores argumentam que, caso não sejam adotadas medidas para a solução do problema, o déficit nos regimes de aposentadoria e pensão, que hoje é de aproximadamente 100 bilhões de reais por ano, pode quadruplicar até 2060.

Com informações: Veja