Últimas
Foi o 22 que salvou o Brasil: Martinelli decide, garante classificação e leva número às manchetes da Copa Mossoró Cidade Junina 2026 reúne público estimado de mais de 1,2 milhão de pessoas Coronel Hélio participa de reunião do Comitê Executivo do Acari Cidade da Moda e acompanha avanço das obras Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista

Analisando as duas linhas (saúde e economia)

Analisando as duas linhas (saúde e economia)

Por: Ismael Sousa

Temos duas linhas para serem analisadas neste momento: A linha do sistema público de saúde. Não podemos ultrapassar o limite e sobrecarregar o sistema. E a linha econômica, para não deixar o desemprego e a falência de empresas extrapolar. No meio disso tudo tem as medidas de cada governo. Fechar tudo (lockdown) já se mostrou inviável para a economia, e abrir tudo, também demonstrou que é ruim para a linha da saúde. No momento agora é pensar no equilíbrio.

Se conseguirmos abrir as coisas de forma gradativa, mantendo a economia girando apenas com o essencial, podemos sim manter o nível estável do sistema público de saúde. O foco é manter o dinheiro circulando, abrir os estabelecimentos essenciais e que possam manter a economia girar, aumentar os investimentos no sistema de saúde para evitar o colapso e seguir a linha tênue das duas áreas (saúde e economia).

Se houver exageros de ambos os lados, quem será afetado é o povo. Mantendo tudo de lado e vivendo nossas vidas normalmente, sem controle e como se não houvesse uma pandemia, o idoso pode precisar de uma UTI e não ter disponível.

Mas fechando tudo e não movimentar a economia, o Estado deixa de arrecadar, o rombo da previdência aumenta, e o idoso pode até não precisar do sistema de saúde, mas vai passar necessidade e fome sem seu dinheiro da aposentadoria.

O momento agora é equilibrio.