Últimas
Foi o 22 que salvou o Brasil: Martinelli decide, garante classificação e leva número às manchetes da Copa Mossoró Cidade Junina 2026 reúne público estimado de mais de 1,2 milhão de pessoas Coronel Hélio participa de reunião do Comitê Executivo do Acari Cidade da Moda e acompanha avanço das obras Prefeito de Angicos confirma apoio a Walter Alves durante evento que reuniu multidão Mossoró perde Herbert Mota, ex-vereador, advogado e músico, aos 64 anos Jorge do Rosário reúne lideranças de dez municípios e amplia articulação no RN Em Natal, segurança da primeira-dama agride deputada petista em evento de combate à violência contra a mulher Prefeita de Pau dos Ferros sofre acidente na BR-101 após carro colidir com vaca na pista

Allyson foge de explicações em sabatina na TCM

Allyson foge de explicações em sabatina na TCM

Por quais motivos o candidato Allyson Bezerra (Solidariedade) foge do ex-governador Robinson Faria e do ex-prefeito Silveira Júnior, assim como o diabo foge da cruz? Se existe alguma coisa a mais e que ninguém sabe que existe, só Allyson pode dizer. Aliás, já passou da hora do candidato do Solidariedade dizer por quis motivos apoiou, em 2014 e em 2016 a postulação de Silveira Júnior à Prefeitura de Mossoró e por quais motivos, em 2018, criticou severamente o então governador Robinson Faria (PSD) e dizer, também, dos motivos que o levaram a aceitar o candidato a vice do PSD. Será que Allyson já achou a famosa nota de três reais, como ele mesmo aludiu, em 2018, direcionando o clima de total falta de segurança a Robinson Faria?

Essa sensação, da falta de respostas diretas e objetivas, se sentiu quando o candidato participou de sabatina feita pela TCM. Ele não apresentou nenhum dado concreto sobre os questionamentos que lhe fizeram. Disse que não concordava com o adjetivo “pobrezinho”, mas não explicou porque utiliza o termo em sua campanha.

Não consegue explicar o fato de ter usado o Sindicato dos Servidores da Ufersa como escada para seu projeto eleitoral e, depois, aplicar o popular “chute” nas lideranças sindicais e se balancear para a direita.

Ele não consegue explicar qual ideologia política segue, já que sua vertente é ligada aos movimentos sindicais e agora tenta passar a imagem de que é liberal. A política que Allyson tenta defender foi, por muitos anos, presente no Rio Grande do Norte: ele praticamente quer resgatar o famoso “voto de cabresto” ao afirmar que ele e somente ele tem condições para isso e aquilo. Ele quer dizer onde, de que horas e em quem o eleitor deve votar. Essa é a analogia que se faz ao direcionar uma análise repleta de semiótica ao candidato do Solidariedade.

Allyson Bezerra põe abaixo todo o aspecto que a religião apresenta no que diz respeito ao respeito, principalmente. Essa palavra, respeito, parece ser algo que o candidato desconhece e evidencia um aspecto altamente negativo sobre a presença da religião em política. Misturar os dois, como o candidato está fazendo, não é bom para o processo democrático. Se ele tiver estudado os clássicos da Sociologia, por exemplo, vai saber que uma coisa é uma coisa e outra coisa, outra.

O certo é que, no popular, o candidato do Solidariedade abre espaços para Deus e, ao mesmo tempo, deixa uma brecha para que os diabinhos possam atuar na sua campanha. Uma crise de identidade hermenêutica grande.