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Alckmin já não é mais um “fascista” e “golpista”

Alckmin já não é mais um “fascista” e “golpista”

O ex-presidiário e hoje descondenável, Lula, já admite uma possível união de forças políticas com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckimin. Os dois foram rivais na disputa pela Presidência em 2006, Lula pelo PT e Alckmin pelo PSDB.

"Eu tenho uma extraordinária relação de respeito com Alckmin, eu fui presidente quando ele foi governador, nós conversamos muito. Não há nada que aconteceu entre eu e Alckmin que não possa ser reconciliado", disse Lula em entrevista à jornalistas na Bélgica.

A chapa Lula/Alckmin parece mais real do que se imagina. Ele, o nove dedos, precisa de todo apoio das forças progressistas num eventual confronto com Bolsonaro. A ida de Alckmin não será nenhum problema, já que ele está de saída do PSDB, partido onde ele disputou os cargos mais importantes.

Alckmin é mais um que entra no seleto grupo de afago da petezada. O passado é passado. O que vale é daqui em diante. Alckmin saiu da lista negra de políticos considerados “fascistas” e “golpistas” pela canhota.

Na verdade, a disputa PT e PSDB apenas agitava o confronto entre as militâncias. Os dois partidos sempre tiveram uma forte ligação política. São da mesma placenta. Quem assistiu a série “O Teatro das Tesouras”, do Brasil Paralelo, vai entender perfeitamente.