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Agenda 2030: o plano dos globalistas para tomar a Amazônia dos brasileiros

Agenda 2030: o plano dos globalistas para tomar a Amazônia dos brasileiros

Essa crescente onda de incêndios, a repercussão rápida da mídia global apontando um único presidente com poucos meses de governo, como o principal responsável e a movimentação da comunidade internacional tem uma justificativa: tomar a Amazônia dos brasileiros.

A reação rápida do presidente francês, Emanoel Macron, que não cuida nem dos ataques terroristas e do incêndio em Notre dame, em convocar uma reunião de emergência do G7 tem revelado os planos para que a região, que pertence aos brasileiros, seja entregue aos poderosos que se intitulam como donos do mundo.

Eles primeiro criam o fato (incêndios), usam a mídia e artistas famosos para apontarem um culpado (Bolsonaro), mobilizam outras nações e alegam que o Brasil não tem condições de cuidar da Amazônia. Pronto, esses são os ingredientes em direção ao caminho para a internacionalização do pulmão do mundo.

Para a consolidação desse plano maligno, vale usar de tudo. Inclusive imagens antigas e de outras regiões, como sendo na Amazônia.

Isso é notoriamente exposto no plano da ONU com a Agenda 2030, que foi lançada no ano de 2015, e que adota uma série de questões rigorosas e de dominação global escondida sob a cortina da "Sustentabilidade". Basta ler as centenas de artigos que circulam na internet sobre o tema. Não é conspiração, é fato! e pouca gente sabe disso. 

Todo esse trâmite não é apenas uma coincidência, mas um jogo de cartas marcadas. O presidente Bolsonaro, mesmo que isolado contra toda a imprensa global, tem resistido aos ataques e pressões internacionais. Mas será que a população brasileira vai cair nesse jogo?