A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (Apamim), o Ministério Público do Rio Grande do Norte e o Conselho Regional de Medicina do RN firmaram um compromisso fundamental nesta sexta-feira (12) para assegurar a continuidade dos serviços de atenção obstétrica no Hospital Maternidade Almeida Castro, em Mossoró.
A decisão ocorre após a determinação judicial que encerrou a intervenção na Apamim, a entidade gestora do hospital. A intervenção, que visava reestruturar e garantir a qualidade dos serviços, chegou ao fim, mas deixou a preocupação sobre como garantir a continuidade do atendimento às gestantes de todo o Oeste Potiguar, que dependem do Almeida Castro como principal referência obstétrica.
No encontro, as entidades envolvidas discutiram propostas para a manutenção do serviço, focando principalmente na garantia do pagamento das cinco cooperativas que atualmente prestam serviços no hospital-maternidade. As propostas serão analisadas ao longo da próxima semana, com o objetivo de definir um novo modelo de financiamento que assegure a sustentabilidade e a qualidade do atendimento.
Os participantes da reunião reafirmaram seu compromisso em manter os serviços obstétricos funcionando plenamente e se comprometeram a concluir as definições financeiras nos próximos dias.