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A ofensiva contra Bolsonaro nos últimos dias revela o desespero da mídia tradicional

A ofensiva contra Bolsonaro nos últimos dias revela o desespero da mídia tradicional

É notório por todos que a imprensa ainda não engoliu a vitória de um candidato que usou metade do dinheiro que arrecadou e fez campanha apenas usando um celular. A mídia tradicional apostava no candidato do sistema (Haddad), com toda estrutura de marketing, dinheiro de fundo eleitoral e tempo de TV.

Entretanto, nos últimos dias a imprensa tradicional tem dado um gás a mais na tentativa de desqualificar o governo Bolsonaro. São manchetes tendenciosas, suposições e frases fora de contexto ou inexistentes que são atribuídas ao chefe do executivo, para mostrar ao povo brasileiro que existe uma desestabilização no país.

Os ataques sorrateiros não atingem apenas o presidente, mas também os seus aliados e amigos. Um deles foi o apresentador Silvio Santos, que tem sido bombardeado constantemente. Não importa quem seja ou o que seja, eles fazem questão de sabotar até o próprio país em busca da manutenção do poder midiático.

Afinal, faz sentido todo esse ataque. São billhões do dinheiro público que deixaram de ser despejados nas grandes corporações.

Enquanto isso, o governo Bolsonaro mostra resultado posítivos, o que é ignorado pela mídia tradicional. A economia mostra sinais de recuperação, obras de infraestrutura avançam por todo o país, o número de homicídios diminuiu e o mercado reage positivamente às pautas econômicas.

O que a imprensa não mostra, as redes sociais mostram, e isso faz com que aqueles que por muitos anos dominaram a opinião pública com o monopólio das mentiras e manipulações de informações, entrem em pânico.

A vitória de Jair Bolsonaro foi o divisor de águas. A mídia tradicional está entrando em extinção e o povo brasileiro está abraçando um novo jeito de acompanhar as notícias que chegam até a sua residência. Esse é o motivo de tanto desespero. Como diz o slogan da Globo: “O futuro já começou”.