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A direita no RN não pode caminhar fragmentada novamente

A direita no RN não pode caminhar fragmentada novamente

A direita no Rio Grande do Norte não pode cometer o mesmo erro de caminhar fragmentada nas eleições vindouras. Esse erro custou caro ao estado, e elegeu nomes como o da governadora Fátima Bezerra (PT), Jean Paul Prates, Zenaide Maia (PROS), Natalia Bonavides entre outros.

A indefinição de um nome de oposição e da direita conservadora para o Governo é entregar - novamente - as eleições nas mãos do PT. Fátima, até agora, não tem nenhum nome que possa bater de frente. 

Outro quadro preocupante é o que se refere a eleição para o Senado. Temos dois ministros potiguares disputando a mesma vaga: Fábio Faria (Comunicações), que anunciou se filiar ao PP, e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), que se filiou recentemente ao PL. Bolsonaro lavou as mãos e disse que os dois vão ter que decidir. O presidente terá dois palanques no estado? Quem vai ceder?

A direita potiguar tem potencial, capilaridade e militância para eleger bons cargos. Basta seguir o exemplo do General Girão, Coronel Azevedo, Coronel Hélio, Haroldo Azevedo e Jerônimo do Sertão, que estão na estrada se reunindo com a militância e mostrando os feitos do Governo Bolsonaro, que a grande mídia se recusa a mostrar.

É precisa esquecer o ego e pensar num bem comum, e em um projeto sólido e viável para o país. Não é difícil, só basta quebrar as barreiras que a própria direita cria.