O ano de 2026 começa desastroso para Lula


O governo Lula iniciou 2026 de forma desastrosa. A sequência de episódios políticos e culturais mostrou um governo cada vez mais distante das pautas do dia a dia da população.

A política externa virou alvo de críticas quando o Brasil precisou reagir, ainda que formalmente, a acontecimentos geopolíticos de grande impacto mundial, como a prisão do ditador Venezuelano Nicolas Maduro.

Em casa, o Carnaval trouxe mais dor de cabeça do que festa. A escola de samba Acadêmicos de Niterói levou para a Marquês de Sapucaí um enredo que homenageava Lula, em ano eleitoral, gerando forte debate sobre propaganda antecipada e uso de imagem. O desfile virou propaganda eleitoral antecipada, e o caso deve parar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Elementos do enredo foram provocativos e distantes dos valores tradicionais, alimentando críticas nas redes e na imprensa. A ala “Conservadores em Conserva” foi uma tragédia. Debochou de 24% do eleitorador cristão evangélico em ano eleitoral. Lula saiu pela tangente, dizendo que não é carnavalesco, e Janja levou a culpa pelos figurões do governo.

Ainda teve a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamelei, após ataques entre Estados Unidos e Israel que dominaram as manchetes mundiais e mexeram com o equilíbrio no Oriente Médio. Lula e o PT tiveram que sair em defesa do aliado e, mais uma vez, criticar Trump e os Estados Unidos.

O marqueteiro do presidente terá muito trabalho pela frente. Primeiro é tentar apagar da memoria o desastroso desfile carnavalesco. Depois tentar convencer o eleitor de que Lula não tem ligação com Maduro e nem com o regime do Irã. Claro, o TSE vai dar uma ajudinha para mandar retirar do ar qualquer conteúdo que associe o petista a qualquer regime.]

Mas quem está surfando na popularidade é Flavio Bolsonaro. Adotou um tom ameno, sereno, sem radicalismo, mirando no eleitor de centro. Está certo.

Estamos ainda em março, o que vem por ai? Trump está com uma caixinha de surpresa para desagradar ainda mais a petezada.